Decisões

É uma constante a necessidade das pessoas tomarem decisões em suas vidas pessoais e profissionais.

É também de suma importância a exatidão dessas decisões, visto que cada decisão tomada desencadeia uma série de ações que demandarão tempo, esforço e recursos financeiros. Além do que, essas ações acabarão por acionar reações em cadeia...

Se a decisão for equivocada o objetivo não será atingido e, o que é pior, teremos que corrigir todos efeitos negativos gerados, com mais gastos de tempo, esforço e recursos financeiros para tentarmos retornar ao ponto inicial e começarmos tudo de novo em direção ao referido objetivo; senão, abandoná-lo de vez com perda total.

Em geral isso ocorre porque as pessoas tomam decisões sem ter uma avaliação clara, real e objetiva da situação sobre a qual estão se deparando. Costumam tomá-las ainda com dúvida; por impulso. E as dúvidas são provenientes de uma situação que ainda tem pontos obscuros e desconhecidos.

Aliás, só temos dúvidas na decisão a ser tomada quando ainda não temos em mãos todas as informações necessárias. Quando as temos, qualquer decisão se torna fácil, clara e muito mais segura.

O processo de obtenção das informações pode ser árido e consequentemente extenuante mas, se não for encarado, os resultados pretendidos somente serão atingidos por obra do acaso. E o acaso tem maior probabilidade de dar errado do que certo; demandando tempo, esforço e custos para fazer; mais tempo, esforço e custos para desfazer; e mais tempo, esforço e custos para fazer de novo.

Aí pode ser tarde!   E essa desistência é que acarretará a perda total!

Para minimizar e neutralizar boa parte desse problema é que os trabalhos de Consultoria são compensadores, aproveitando-se da experiência de quem é habituado a gerar relatórios de informações, elaborando Avaliações Situacionais que balizam as tomadas de decisões seguras e projetam as ações a serem executadas, além de treinar os executores nas atividades implícitas; gerando grande economia de tempo, esforço e dinheiro desperdiçado, em trabalhos não aproveitados.

No entanto, há que se avaliar a experiência e competência do profissional que irá colaborar para a execução desses trabalhos, senão pode acabar saindo um tiro pela culatra. Afinal, existem muitos ditos "Consultores" que o são, não por opção de carreira e sim, por não conseguirem emprego; nem mesmo como estagiários.

Pergunte-se: "no caso de uma fatalidade, se tivesse que efetuar uma cirurgia de alto risco, eu gostaria que ela fosse realizada por um médico residente, em início de carreira?"

E para sua empresa, a questão não é equivalente?

Pense bem e... decida corretamente!!!